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	<title>Prime Yield Cabo Verde</title>
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	<description>Consultadoria e Avaliação Imobiliária</description>
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		<title>Gloval adquire Prime Yield para reforçar serviços de avaliação e consultadoria imobiliária para fundos de investimento</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2018 11:30:06 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Com esta aquisição, a Gloval passa a estar presente nos mercados lusófonos da América Latina e África. Com esta operação, a Prime Yield amplia a sua presença em Espanha e no resto de Europa. 20 DE DEZEMBRO DE 2018- A Gloval, líder na prestação de serviços integrados de avaliação e consultadoria imobiliária que nasceu da união de companhias como a ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Com esta aquisição, a Gloval passa a estar presente nos mercados lusófonos da América Latina e África.</strong></p>
<p><strong>Com esta operação, a Prime Yield amplia a sua presença em Espanha e no resto de Europa.</strong></p>
<p>20 DE DEZEMBRO DE 2018- A Gloval, líder na prestação de serviços integrados de avaliação e consultadoria imobiliária que nasceu da união de companhias como a Ibertasa, a Valtecnic e a VTH, anuncia a aquisição da Prime Yield, empresa portuguesa com operação nos mercados lusófonos e com um forte posicionamento na avaliação de ativos e créditos hipotecários para fundos de investimento e entidades bancárias.</p>
<p>A Prime Yield, empresa registada na CMVM portuguesa e com a certificação RICS, disponibiliza serviços a um vasto leque de clientes, entre os quais os maiores gestores de fundos, entidades financeiras, seguradoras e empresas de sectores como o hoteleiro, automóvel, da saúde ou o logístico. A empresa tem prestado assessoria a fundos internacionais de referência como o Bain Capital, o KKR ou o Cerberus. Também assessorou entidades financeiras como o Banco Português de Investimento (BPI), a GE Money ou as espanholas Santander, BBVA e Bankinter.</p>
<p>Em resultado desta operação, a Gloval vai integrar os 80 profissionais que compõem a equipa da Prime Yield atualmente, os quais se encontram repartidos entre os três escritórios em Portugal e as suas filiais no Brasil, Cabo Verde, Moçambique e Angola.</p>
<p>Nelson Rêgo, fundador e primeiro CEO da Prime Yield, assumirá uma dupla função, mantendo-se no seu atual cargo e acumulando também responsabilidade pelo desenvolvimento do negócio internacional da Gloval nas áreas de avaliação e consultadoria imobiliária para fundos de investimento. Nelson Rêgo tem construído, desde 1998, um percurso profissional de sucesso na indústria da avaliação imobiliária, trabalhando para clientes como o Banco Comercial Português (BCP), Santander, BBVA ou o Credit Suisse, bem como para vários fundos em operações de aquisição de portfólios.</p>
<p>Em comentário a esta operação, Nelson Rêgo sublinha que “para a Prime Yield, integrar-se na Gloval é uma oportunidade única de ser parte de um projeto sólido, capitalizar e aprender com o seu know how, e, além disso, expandir os nossos serviços noutros mercados”.</p>
<p>Para o Roberto Rey, Presidente e CEO da Gloval, “esta operação vai permitir-nos integrar uma companhia líder na prestação de serviços de avaliação e consultadoria imobiliária aos grandes fundos de investimento internacionais. Além disso, também vai dar-nos oportunidade de alargar a nossa presença internacional à América Latina e África, ao mesmo tempo que desenvolvemos o negócio da Prime Yield em Espanha e no Sul da Europa”.</p>
<p>Esta é a sexta aquisição concretizada pela Gloval após as operações de integração das empresas de avaliação Ibertasa, Valtecnic e VTH em 2017, e, já em 2018, da VT Asset e da OCO, duas pequenas empresas especializadas na prestação de serviços da consultadoria imobiliária e de engenharia, respetivamente.</p>
<p>Nesta operação, a Gloval foi assessorada pela Gómez-Acebo &amp; Pombo (legal) e pela BDO (due diligence), enquanto a Prime Yield foi assessorada pela DLA Piper (legal).</p>
<p><strong>Para mais informação:</strong></p>
<p>Rocío Rivas e Álvaro Litrán<br />
Román y Asociados<br />
r.rivas@romanyasociados.es | (+34) 679 741 709<br />
a.litran@romanyasociados.es | (+34) 699 322 086</p>
<p>Rita Ribeiro<br />
Rita Ribeiro Comunicação<br />
rita@ritaribeiro.com | +351 93 932 73 86</p>
<p><strong>Sobre a Gloval</strong></p>
<p>A Gloval é uma empresa líder de serviços integrados de avaliação, engenharia e consultadoria imobiliária, tendo nascido da união de companhias como a Ibertasa, a Valtecnic e a VTH. Com um sólido posicionamento no mercado, mais de 70 anos de experiência e mais de 5 milhões de avaliações realizadas, tem atualmente uma equipa de mais de 1.000 profissionais, com presença em tudo o território espanhol e cobertura internacional.</p>
<p>A Gloval merece a confiança dos principais atores do setor imobiliário e estrutura a sua atividades em quatro unidades de negócio que possibilitam estar presente em toda a cadeia de valor: avaliação, consultadoria, engenharia e data analytics.</p>
<p>Sob a direção dos fundos de investimento de private equity Charme Capital Partner e Miura Private Equity e da própria equipa diretiva da companhia, a Gloval está a desenvolver na atualidade uma estatégia de diversificação focada na ampliação da sua carteira de serviços, na atenção às necessidades dos novos setores e clientes e na expansão geográfica.</p>
<p>Para mais informação, visite<a title="Gloval" href="http://www.glovaladvisory.com" target="_blank"> www.glovaladvisory.com</a>.</p>
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		<title>Registo de Perito Avaliador Imóveis de FII da Prime Yield CV</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 18:38:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[j-lav]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Prime Yield CV]]></category>

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		<description><![CDATA[O Banco de Cabo Verde – Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários homologou, em 2011, a Prime Yield como a primeira entidade com estatuto para a realização de avaliações de imóveis no âmbito dos Fundos de Investimento Imobiliário no país. A Prime Yield CV obteve o número e registo PAFII/01/2011. Além de ter sido a primeira empresa a quem ...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O Banco de Cabo Verde – Auditoria Geral do Mercado de Valores Mobiliários homologou, em 2011, a Prime Yield como a primeira entidade com estatuto para a realização de avaliações de imóveis no âmbito dos Fundos de Investimento Imobiliário no país. A Prime Yield CV obteve o número e registo PAFII/01/2011. </p>
<p>Além de ter sido a primeira empresa a quem foi concedido este estatuto, a Prime Yield CV havia sido, além disso, a primeira a solicitar este tipo de registo junto desta entidade.</p>
<p>Um dos trabalhos de referência realizados pela empresa nesta área mais recentemente foi a avaliação do edifício sede do Banco de Cabo Verde na Cidade da Praia.</p>
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		<title>Especialistas defendem investimento imobiliário em mercados lusófonos</title>
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		<pubDate>Wed, 26 May 2010 16:51:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[j-lav]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Prime Yield CV]]></category>
		<category><![CDATA[Prime Yield PT]]></category>

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		<description><![CDATA[A aposta do investimento nos mercados imobiliários lusófonos como forma de contornar as dificuldades que o país vive internamente, foi uma das ideias defendidas durante a conferência Prime Yield, que juntou em Lisboa perto de três centenas de agentes do sector.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A aposta do investimento nos mercados imobiliários lusófonos como forma de contornar as dificuldades que o país vive internamente, foi uma das ideias defendidas durante a conferência Prime Yield, que juntou em Lisboa perto de três centenas de agentes do sector.</strong></p>
<p>Esta ação, subordinada ao tema &#8220;O Investimento Imobiliário nos Mercados Lusófonos&#8221;, surge numa altura em que as atenções se centram cada vez mais em países como Angola e Brasil, cuja situação económica e conjuntural tem sido geradora de oportunidades.</p>
<p>Nelson Rêgo, diretor-geral da Prime Yield, explica que são vários os fatores que unem estes mercados a Portugal, a começar pela língua.</p>
<p>«Acima de tudo porque há um denominador comum entre todos que é a nossa língua. Língua essa que é transversal e que nos permite comunicar com todos estes países. Depois existem características similares nalguns dos processos, nomeadamente em termos jurídicos, no licenciamento. Existe por outro lado um conjunto de oportunidades que neste momento não existem em Portugal. Daí que, em nossa opinião, é determinante que promotores imobiliários portugueses e investidores institucionais olhem para mercados emergentes como é o caso de Angola, como é o caso do Brasil, como é o caso de Moçambique, ou mesmo de Cabo Verde».</p>
<p>A ideia é partilhada por Luís Lima, presidente da Associação Portuguesa das Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal, que defende que Portugal deve avançar para outros mercados.</p>
<p>«Portugal é um país pequenino, mas Portugal precisa de crescer. Internamente estamos com imensas dificuldades, portanto temos de avançar para outros mercados. E estas ligações, como o caso da criação da CIMLOP, vão permitir poder juntar sinergias (&#8230;). O Brasil está numa situação extremamente positiva, com uma economia extremamente favorável, Angola está a passar algumas dificuldades mas é um país que tem um potencial enorme e Portugal pode partilhar com estes países a sua experiência, pode juntar sinergias&#8230; Há várias sinergias que nós podemos concertar no interesse de todos os países», defendeu.</p>
<p>Veríssimo Pinto, presidente da Bolsa de Valores de Cabo Verde, confirma a existência de inúmeras oportunidades neste país, e que merecem ser exploradas.</p>
<p>«Temos várias oportunidades no segmento imobiliário, do turismo, de serviços&#8230; Há hoje uma linha de crédito CGD Cabo Verde no valor de 200 milhões de euros, na Bolsa também tem várias oportunidades com taxas de juro e com rendimentos bastante atrativos».</p>
<p>«O sector da Construção Civil tem tido oportunidades muito atrativas na construção de portos, aeroportos, estradas -, o sector turístico também tem tido uma alavancagem muito positiva apesar da crise internacional o sector de serviços, de indústria, portanto são todas as áreas que em Cabo Verde vale a pena investir». </p>
<p>A conferência Prime Yield decorreu no Centro de Congressos de Lisboa, e pretendeu fazer passar uma visão tão abrangente quanto possível sobre todos os mercados do espaço lusófono onde a empresa de consultoria está hoje presente.</p>
<p>Fonte: Casa Sapo/Prime Yield</p>
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		<title>Prime Yield em mega-conferência sobre imobiliário da lusofonia</title>
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		<pubDate>Thu, 20 May 2010 16:43:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[j-lav]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Gestores dos vários países da lusofonia vão estar amanhã na conferência da Prime Yield sobre imobiliário. A consultora liderada por Nelson Rêgo quer posicionar-se como entidade de referência neste sector e nestas geografias.
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				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Gestores dos vários países da lusofonia vão estar amanhã na conferência da Prime Yield sobre imobiliário. A consultora liderada por Nelson Rêgo quer posicionar-se como entidade de referência neste sector e nestas geografias.</strong></p>
<p><strong><em>A Prime Yield realiza amanhã uma grande conferência sobre o imobiliário nos mercados lusófonos. O objetivo da consultora é posicionar-se como uma entidade incontornável nestes mercados?</em></strong><br />
Sem dúvida. O grande objetivo desta conferência é indicar aos atuais e potenciais clientes da Prime Yield que estaremos ao seu lado nas suas decisões de investimento e que poderemos acompanhá-los nestes cinco países-destino, onde estamos presentes e onde trabalhamos no dia-a-dia. Somos a única empresa que o pode afirmar desta maneira e que olha para todos estes mercados com uma metodologia comum.</p>
<p><strong><em>Em África e na América Latina, quais as geografias mais pujantes e quais os sectores mais ativos?</em></strong><br />
Tendo por base a nossa experiência como empresa de avaliação imobiliária, e tendo em conta que os mercados que conhecemos com maior profundidade são os lusófonos, a nossa primeira conclusão é que, dentro destes, existem oportunidades e investimentos para todo o tipo de investidores.</p>
<p>De uma forma mais profissional, existem oportunidades claras para o imobiliário profissional no Brasil, onde a logística e os escritórios continuam a ser um ativo muito interessante sob o ponto de vista do investimento institucional. Por outro lado, o tema da primeira habitação no Brasil, com o défice dos 7,2 milhões de fogos, é outra oportunidade, mas que não estará acessível a um investidor de meia ou pequena dimensão. </p>
<p>Em Angola, por seu lado, aponta-se claramente para uma maior profissionalização do sector imobiliário. Deixaram de existir os negócios de oportunidade, nos quais se fazia sentir uma maior especulação na aquisição e aprovação dos projetos e venda no dia imediatamente a seguir.</p>
<p><strong><em>Naquele mercado, qual tem sido a evolução dos preços?</em></strong><br />
Direi que, mais do que uma queda ou subida de preços, regista-se uma redução muito significativa do número de transações, o que é deveras preocupante, em face dos fortes investimentos que foram feitos e perante outros que estão a ser realizados.</p>
<p>Em Angola, há claramente oportunidades da primeira habitação, enquanto começam a surgir os primeiros projetos na área do turismo, embora não tenham um peso significativo como têm os anteriores. E, claramente, ao nível da primeira habitação e do programa de um milhão de fotos a construir vêm-se muitas parcerias entre investidores estrangeiros e locais, inclusive no sector industrial, ou seja, na preparação de produtos adequados à exploração do negócio de primeira habitação. </p>
<p>Em Cabo Verde, aquilo que verificamos, e fruto da nossa experiência enquanto avaliadores imobiliários de alguns dos principais resorts situados no país, é o facto de a redução da procura ter sido abrupta em função da queda da libra, porque era um mercado muito dependente do Reino Unido. Na atualidade, os investidores procuram projetos que, de forma harmoniosa, possam agregar a população para esses mesmos projetos e não voltar as costas, nomeadamente na hoteleira.</p>
<p>Em Moçambique, fizemos trabalhos, sobretudo nas áreas das explorações agrícolas, concretamente estudos de viabilidade económico-financeira com avaliação do próprio uso do solo. </p>
<p>Verificámos que há uma clara transferência de investimento sul-africano para Moçambique, fruto de alguma instabilidade que se verifica na África do Sul. Muitos investidores olham para Moçambique como uma oportunidade na área de investimento em solo para produção agrícola.</p>
<p>Esta conferência surge também para assinalar os cinco anos da PrimeYield em Portugal. O mercado doméstico é importante e determinante mas, cada vez mais, queremos que a nossa geografia passe por estes países que até agora enumerei.</p>
<p>Teremos ainda oportunidade de apresentar cinco boletins de research, relativamente ao Brasil, Cabo Verde, Moçambique, Angola e apresentar, pelo quarto ano consecutivo, o nosso estudo de mercado do turismo residencial em Portugal, que continuamos a acreditar que é um valor de refúgio nos tempos conturbados em que vivemos.</p>
<p><strong><em>Qual objetivo e quais os oradores que estão confirmados para a conferência?</em></strong><br />
Entre outros, estará presente o presidente da Bolsa de Valores de Cabo Verde, Veríssimo Pinto, que nos irá transmitir a experiência do mercado de Valores naquele país, para além de trazer casos de estudo, nomeadamente como se faz financiamento imobiliário através de uma bolsa. De Angola, estará cá o diretor-geral da única sociedade gestora de fundos imobiliários ativa, a gestora do BES, que nos dará uma visão sobre o país e de como um veículo de investimento (FII) é determinante para a prossecução dos objetivos dos seus participantes. O Eng.º Mira Amaral também estará presente, na qualidade de presidente do Banco BIC português, que fará o enquadramento das relações económicas e do sector financeiro entre Portugal e Angola. </p>
<p>Entraremos no negócio imobiliário em si, com o engenheiro Daniel Pinto da Silva, administrador da Soares da Costa Imobiliária, que dará a visão de um grande promotor que opera nestes mercados da lusofonia. Dará o contributo com &#8220;case studies&#8221; e explicará como fazer, nestes países, uma promoção imobiliária de qualidade. Teremos depois o Dr. Luís Filipe de Carvalho, sócio da ABBC, como moderador do primeiro painel, e que versará a questão da legislação do espaço lusófono. A concluir teremos o Dr. Nuno Fernandes Thomaz, CEO da ASK. Esta é uma das principais &#8220;private equitys&#8221; e capital de risco portugueses que está instalado no Brasil e que tem ajudado as empresas portuguesas a internacionalizarem para aquele país. </p>
<p>Os trabalhamos encerram com a apresentação, por parte de Luís Lima da APEMIP, do projeto para a Confederação de Imobiliário dos Países de Língua Oficial Portuguesa (inclui Portugal, Angola e Brasil), entidade que foi formalmente constituída este mês, no Salão Imobiliário de Luanda.</p>
<h6>Cabo Verde</h6>
<p>O estudo de mercado da Prime Yield sobre o imobiliário de Cabo Verde versa sobre hotéis e turismo residencial.</p>
<p>A oferta de estabelecimentos de alojamento turístico tem crescido para acompanhar o aumento da procura turística, refere o primeiro boletim do imobiliário do país. De 2004 para 2005, verificou-se a maior taxa de crescimento da oferta hoteleira, com mais 22,2%.</p>
<p>No ano passado, dados oficiais revelaram que existiam no país 173 estabelecimentos hoteleiros, sendo que a ilha de Santiago absorve 22% desse total, logo seguida da ilha do Sal, com 20,2% e de S. Vicente com 16,2%. Em termos homólogos, o maior crescimento em termos de unidades hoteleiras aconteceu nas ilhas de S. Vicente e do Fogo.</p>
<p>Em termos de procura, regista-se a entrada de mais de 330 mil hóspedes nas unidades hoteleiras no ano passado, o que significou uma queda muito ligeira, inferior a 1%, face ao ano anterior. Mas se houve menos turistas e visitas, registou-se um aumento do tempo de permanência, já que o número de dormidas superou os dois milhões, mais 10,6% em termos homólogos. </p>
<p>O principal mercado emissor foi o Reino Unido, responsável por 25,6% das dormidas, seguido à distância pela Alemanha, Itália e Portugal, com percentagens entre os 15% e os 12%, em termos de quota global.  </p>
<p>A nível de turismo residencial, a procura mais elevada ocorreu na ilha do Sal, devendo esta região absorver 45% dos projetos imobiliários turísticos anunciados. Alguns desses projetos poderão vir a ser adiados, avança a consultora.</p>
<h6>Moçambique</h6>
<p>Turismo e habitação são as temáticas do primeiro estudo de mercado sobre o imobiliário em Moçambique.</p>
<p>O turismo é uma indústria vital para o desenvolvimento do país, considera a Prime Yield. O país conta, em termos de pontos fortes nesta vertente, com os recursos naturais e com a geografia. As potencialidades evidenciadas têm despertado o interesse de investidores externos.</p>
<p>Entre 2004 e 2008, o número de turistas internacionais duplicou, passando de 711 mil para 1,5 milhões, sendo que os grandes mercados emissores foram a África do Sul, o Reino Unido e Portugal. Os investidores Pestana, Visabeira e Teixeira Duarte são as empresas presentes no sector hoteleiro de Moçambique há mais de 15 anos. Em termos de investimentos futuros estão perspectivados projetos que envolvem grupos como a Visabeira, o Pestana e a Amorim Turismo.</p>
<p>Para incentivar e facilitar o turismo de qualidade no país, foi criado o Programa Âncora Investimento em Turismo em Moçambique, o qual resultou de uma parceria entre o Ministério do Turismo e a International Financial Corporation. A avaliação dos potenciais &#8220;Locais Âncora&#8221; resultou do desenvolvimento de produtos turísticos como o ecoturismo, o resort turístico e o resort turístico integrado, tendo sido definidos quatro zonas no país para estes produtos, a saber: Crusse Jamali, Gilé, Inhassoro e Reserva dos Elefantes de Maputo.</p>
<p>Ao nível da habitação regista-se a predominância da habitação própria e do peso das zonas rurais.</p>
<h6>Portugal &#8211; residencial luxo</h6>
<p>Pelo quarto ano consecutivo, a Prime Yield publica o seu relatório sobre o mercado residencial de luxo em Portugal.</p>
<p>Os resorts turísticos têm a particularidade de ter uma atividade âncora, por exemplo, o golfe, ou ter uma âncora natural, como é o caso da praia. O produto é integrado e desenvolvido por segmentos, que passam por moradias, apartamentos e outros modelos de habitação. </p>
<p>A nível de apartamentos, os preços mais elevados situam-se no chamado &#8220;triângulo de ouro&#8221;, no Algarve, com valores que podem chegar aos 900 mil euros por 144 m2, enquanto os T0 com 56 m2 apresentam um preço médio de 280 mil euros. Ainda no Algarve, mas em Vilamoura, um T3 com 142 m2 apresenta um preço médio de 505 mil euros, enquanto no sotavento algarvio os preços para um T3 de 140 m2 rondam os 333 mil euros. No barlavento, o preço chega aos 495 mil euros para 153 m2. Ainda nos apartamentos e na Costa Azul, um T3 pode atingir os 677 mil euros, em média, para 160 m2, enquanto na Costa de Prata o mesmo produto pode chegar aos 394 mil euros. Na zona do Estoril/Cascais, um T3 de 165 m2 tem um preço médio de 430 mil euros, enquanto um T0 está nos 181 mil euros e um T1 de 105 m2 nos 304 mil euros. As moradias no &#8220;triângulo de ouro&#8221; podem atingir os 3,115 milhões de euros para uma V5 de 510 m2, enquanto em Vilamoura uma moradia de 350 m2 pode atingir 1,3 milhões de euros. Na zona de Estoril/Cascais, a mesma tipologia para uma área de 492 m2 atinge um preço médio de 2,37 milhões de euros, de acordo com o estudo da Prime Yield.</p>
<h6>Brasil</h6>
<p>Habitação, escritórios, hotéis, indústria e retalho são as áreas abrangidas neste primeiro estudo da Prime Yield sobre o mercado imobiliário do Brasil.</p>
<p>Os analistas afirmam que o mercado imobiliário brasileiro está a atravessar uma fase de crescimento e, consequentemente, a atrair capital estrangeiro. Este potencial de crescimento está relacionado com o défice habitacional que ronda os 6,2 milhões de unidades habitacionais, para além de existir uma necessidade adicional de construção de mais 1,4 milhões de unidades por ano. A região Sudeste é a que regista o maior défice habitacional, com 2,3 milhões de fogos em falta, ou seja, 37,2% do total. Vem logo a seguir o Nordeste, com 2,1 milhões em falta, ou seja, 34,2%.</p>
<p>O programa &#8220;Minha Casa, Minha Vida&#8221;, lançado em Abril do ano passado, disponibilizou 34 milhões de reais para a construção de 1 milhão de novas casas para as classes com renda familiar até dez salários mínimos. O governo quer eliminar o défice habitacional num prazo de 20 anos.</p>
<p>O Brasil está a passar por um momento particularmente bom para o desenvolvimento do mercado imobiliário, já que, a par da estabilidade macroeconómica, o país apresenta taxas de juro em queda e aumento do rendimento médio e do emprego.</p>
<p>Fora da vertente da habitação social, o estudo revela valores para a habitação em S. Paulo e no Rio de Janeiro, enquanto a nível de hotéis é destacada a apetência gerada pelo campeonato do Mundo de Futebol de 2014 e pelos Jogos Olímpicos de 2016. O turismo representa 2,5% do PIB do país.</p>
<h6>Angola</h6>
<p>Luanda, Benguela e Lobito são as cidades angolanas onde a consultora Prime Yield desenvolveu informação a nível de habitação, escritórios e comércio.</p>
<p>Na capital e na vertente habitação, a aposta tem sido no padrão de alta qualidade, enquanto alguns promotores aproveitam as oportunidades geradas pelos produtos imobiliários habitacionais para os segmentos mais baixos. Alguns estão a aproveitar o programa público &#8220;Meu sonho, minha casa&#8221;. Nos apartamentos, constata-se que os valores médios unitários por m2 nas zonas analisadas é da ordem dos 4.050 dólares o m2, sendo que em Ingombota o preço atinge os 6.148 dólares/m2. O valor mais baixo está em Luanda Sul Benfica, com preços de 1.949 dólares/m2. Nesta zona, estão a ser construídos projetos imobiliários direcionada para o segmento médio.</p>
<p>O segmento dos escritórios sofreu com o abrandamento da economia e com a descida do preço do petróleo, tendo muitas empresas retardado investimentos e reduzido os recursos humanos, sobretudo no caso de empresas com grande número de expatriados. No mercado angolano quase não existe taxa de desocupação, mas assiste-se, atualmente, a uma redução do número de transações. Os analistas consideram ainda que, a curto prazo, será identificada uma nova zona de escritórios no município de Ingombota, na zona da Praia do Bispo.</p>
<p>Em Benguela e Lobito, predomina ainda um défice habitacional, e no comércio a oferta de qualidade é reduzida. Na zona de Restinga, Lobito, o valor da habitação é próximo da de Luanda.</p>
<p>Data: 20-05-2010<br />
Fonte: Jornal Oje</p>
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		<title>Prime Yield analisa “Investimento Imobiliário nos Mercados Lusófonos”</title>
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		<pubDate>Thu, 13 May 2010 16:34:21 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A Prime Yield, empresa de consultoria e avaliação imobiliária, promove dia 21 de Maio, em Lisboa, uma conferência subordinada ao tema "O Investimento Imobiliário nos Mercados Lusófonos".]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>A Prime Yield, empresa de consultoria e avaliação imobiliária, promove dia 21 de Maio, em Lisboa, uma conferência subordinada ao tema &#8220;O Investimento Imobiliário nos Mercados Lusófonos&#8221;.</strong></p>
<p>Esta ação, cuja sessão de abertura será presidida pelo Ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça, tem como objetivo proporcionar a todos os participantes uma visão abrangente sobre as oportunidades de negócio que estão a surgir no Brasil, em Angola, Cabo Verde e Moçambique.</p>
<p>Nelson Rêgo, Diretor-geral da Prime Yield, afirma: «A Conferência Prime Yield sobre o tema &#8220;O investimento imobiliário nos mercados lusófonos&#8221; resulta de uma iniciativa da nossa empresa, com o objetivo de proporcionar a todos, um conjunto de informação sobre os mercados imobiliários que, em nossa opinião, são uma oportunidade única neste contexto de crise internacional».</p>
<p>Na conferência, o painel de oradores dará a sua visão sobre os veículos de investimento mais ajustados para desenvolver negócio nos mercados lusófonos, sobre formas de financiamento de projetos imobiliários e de apoio às empresas na sua internacionalização, e ainda sobre aspetos específicos relativos à análise dos investimentos imobiliários nesses países.</p>
<p>Luís Mira Amaral, CEO do Banco BIC Português e moderador de um dos painéis, entende que «Angola é, neste momento, para Portugal, um mercado extremamente importante».</p>
<p>«Angola ultrapassou os Estados Unidos como primeiro mercado não-comunitário para as exportações portuguesas e isto mostra a importância que Angola tem para nós como pivô de uma diversificação para mercados não-comunitários», acrescenta.</p>
<p>Luís Filipe Carvalho, Sócio da ABBC e moderador do primeiro painel de discussão, considera esta conferência, «que a Prime Yield teve o arrojo de montar, um grande contributo para aquilo que é hoje, mais do que nunca, uma necessidade das empresas, dos cidadãos, das famílias portuguesas: nós temos que nos internacionalizar». «Se isto é válido em geral, para todos os sectores da economia portuguesa, é válido muito em especial para o mercado imobiliário», conclui.</p>
<p>Entre os oradores convidados estão Nuno Fernandes Thomaz, CEO do Grupo ASK, Veríssimo Pinto, presidente da Bolsa de Valores de Cabo Verde, e Daniel Pinto da Silva, administrador da Soares da Costa Imobiliária.</p>
<p>Nuno Fernandes Thomaz, CEO do Grupo ASK, um dos oradores convidados, explica por que optar pelos mercados lusófonos: «Não só pela razão da língua mas também por alguma identidade cultural mas sobretudo por serem mercados emergentes, que vão oferecer outras taxas de crescimento e acesso a grandes oportunidades»</p>
<p>A conferência é dirigida a instituições financeiras, sociedades gestoras de fundos de investimento, investidores institucionais, promotores imobiliários, empresas de construção, empresas de mediação imobiliária e investidores particulares. </p>
<p>Luís Lima, presidente da APEMIP, encerrará a conferência, uma iniciativa que considera «muito importante». «Hoje em dia estes países, o Brasil e Angola, principalmente, mas outros, têm uma importância muito, muito grande neste sector da construção e imobiliário».</p>
<p>Fonte: Casa.Sapo</p>
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		<title>Porque é importante ser membro do RICS?</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Jul 2009 16:13:28 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Numa entrevista ao Jornal Oje, Nelson Rêgo aborda a importância de ser membro do RICS, enquanto profissional no sector imobiliário.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>É importante, na medida em que o membro foi sujeito a um processo de entrada na instituição que por si só já garante que o membro reúne um conjunto de requisitos determinantes para o desempenho da sua profissão no domínio dos serviços imobiliários. Simultaneamente, o membro tem acesso a um conjunto de informação determinante para o bom desempenho diário da sua profissão.</p>
<p>Fonte: Prime Yield / Oje</p>
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